Então, Vamos Bailar!

quinta-feira, março 10, 2016


Eu não fui jovem nos anos noventa e muito menos vivi essa época nos states, contudo sua musica ainda é bem recente e temos muito contato. Eu era criança e vivia a escutar aquelas canções que hoje em dia parecem meio antiquadas e tem um que de suave e doce rachadura (Quem já escutou um disco de vinil talvez saiba do que estou falando?). E quando pensei em escrever este texto, sabia que dançar era a melhor escolha de tema. Porque, até para quem não dança, tal modalidade te dá liberdade.
O movimentos dos corpos dos solitários a se desprender nas pistas de dança, encontrando um El Dourado estranho e intrigante. Os corpos unidos dançando, apenas para se divertirem. Ou dançando em um quarto uma música suave com alguém que não sabe dançar, fazendo isto simplesmente pra tornar o momento único.

Sabe, todas as vezes que eu olhar para este dia eu vou lembrar da dança. Porque ela em minha vida é pouco existente, eu quase não danço. Mas, a vida faz umas musicas estranhas para se dançar e é delas que eu gosto. E com elas que balanço meu corpo.

Você já dançou a musica da vida? É meio descompaçada, é meio agitada, tem lá seus momentos de calmaria. Une e Reúne essências tão diferentes para formar amizades, conquistas, amores, aventuras tão únicas e tão vibrantes.

Você já viu os abraços que elas nos proporcionam? São lindos, tão quentes, tão profundos, que são capazes de curar dores, secar lágrimas, trazer o riso.

É um dança diferente! Não é a toa! É viva e intrigante, chega dá medo as vezes por achar que não sabemos como dançá-la.

Porque comecei falando da música dos anos 90? Foi porque ela foi a única que talvez tenha me feito dançar e me ajudou a compactar histórias tão curtas que vivi em suas letras. Não falo de situações cotidianas ou de lengas lengas nacionalistas, falo de palavras que dizem tudo mesmo fora de contexto. Talvez, para você seja estranho todo esse texto, principalmente para quem ele é dedicado, porém o que aqui eu pretendo dizer é: a vida cria danças diferentes no meu coração todas as vezes que conheço alguém que se torna especial na minha vida. E tudo que escrevi tem todo sentido aqui dentro do coração desse jovem.

Quero dançar esta dança e ajudar a vida na sua composição até o seu derradeiro gran finale.

Você é uma linda música sendo tocada por mãos do melhor músico.
Você é uma dança perfeita sendo conduzida pelo melhor dos dançarinos.
Você tem as notas perfeitas, ainda que desafine de vez em quando.

É com estas palavras e argumentos precisos e cheios de símbolos que me despeço desta dança.


Este texto é dedicado à você.
L.Finn.M.

De Jônatas Amaral

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