Eu amo poder te ler.




Eu amo poder te ler.

Porém, sabia que um dia lendo seu coração, seus sentimentos, leria e saberia que nessas páginas eu me encontraria no posto de um personagem; um personagem simples o qual tenho que aceitar, afinal sei que nas páginas de sua vida é o melhor que posso ser e preciso me contentar, porque te amo.

Eu amo te ler.
Contudo, confesso que te ler agora é um sofrimento somado a uma felicidade cativante e insana.


Queria que essas palavras por ti escritas se referissem a esse singelo príncipe sem reino, amigo dos povos que sou eu. Não posso me enganar, elas não são sobre mim e penso que é melhor mesmo que não sejam, afinal não sou um príncipe encantado que resolve tantos conflitos no final dos contos de fadas, porém sou um fiel escudeiro. E será assim que serei feliz ao seu lado.



Outubro de 2015.
Por Jônatas Amaral

[CRÔNICA] Eu Te Espero




O dia já marca dezessete horas e meia ocorridas. Decido esperar um alguém que não sei se virá ao meu encontro.

A grande verdade é que o tempo é insano. Ele insiste em dizer: "Eu te dou tempo pra tudo"; controverso esse tempo, pois a espera é um tempo gasto esperando coisas que você poderia estar fazendo. será que há tempo certo para se esperar? Esperar até cansar? Esperamos nove meses porque somos obrigados por vias biológicas? Esperar pelo amado (a)? Quanto tempo o tempo reserva para a espera?

Uma coisa é certa quando vocês escolhe esperar, você reflete mais sobre as coisas. Vive experiências inesquecíveis porque elas simplesmente nunca foram programadas.

Esperar sozinho pode causar tédio se você espera algo sem valor ou apenas de valor burocrático. Por outro lado esperar sozinho pode enriquecer sua liberdade; enriquecer suas teses; transformar duvidas em certezas e o contrário também é válido.



Espera.



Eu lembrei de algo. O meu motivo. Escolher esperar alguém que você goste te faz repensar o que você sente por tal ilustre pessoa. Será que você escolheria esperar alguém tendo outras escolhas possíveis?

Há encontros que são marcados com antecedência, outros são frutos de espera. Longas ou Curtas, não importa. O que sinto é que escolher esperar não nos deixa baseados nas incertezas, nem muito menos nas negativas. Ela traz mais frutos e certezas do que andar apressado com a nossa falta de tempo inventada.

Escolher esperar alguém é poder dizer aos ouvidos dele (a) o quanto é importante está, olhar para ela, sorrir do jeito que faça o outro sorrir; abraçar simplesmente para dizer o que for.

Esperar tem riscos. Escolher arriscar-se é prova de algo.

Escrevo quando espero não só para passar o tempo, mas para não esquecer o porque de eu está esperando.

Hoje espero porque sinto mais do que conheço e por isso talvez almejo respostas, as quais talvez nem venham. Contudo, a simples tentativa pode ter significado, não pode?

Respostas?

Se encontrei?

Não, não foi dessa vez.

Mas, valeu a pena esperar.

Por Jônatas Amaral


[ Playlist ] 5 Canções que me surpreenderam nos últimos tempos


Olá amigos, como vocês estão?

Esta é a primeira playslist que faço para a apresentar a vocês que me leem aqui neste meu cantinho escondido nesse mundão da internet. 
Procurando algumas canções para me inspirar a fazer um trabalho encontrei algumas músicas que me surpreenderam na primeira vez que ouvir seus acordes. Músicas que me surpreenderam pela força que elas transmitiam ou por simplesmente fazer comigo algo que raramente acontece: me fazer de dançar de tão contagiante que foi. 

Vocês encontram aqui canções que foram lançadas recentemente por cinco cantores que eu realmente admiro muito e todas as canções aqui estão disponíveis no querido Spotify, que tenho aprendido a amar.

Não estão publicadas por ordem de preferência porque simplesmente eu amo todas.
Confiram:

1 - "When We Are Young" de Adele

O novo álbum de Adele foi lançado com muita expectativa e com um single que sinceramente me deixou um tanto decepcionado, mas bastou eu, de repente, me deparar com um especial da cantora no SNL e ouvir esta canção para eu me emocionar de uma forma intensa. O refrão desta canção é dramático e me arrepiou de tão forte. Afinal, é uma música melancólica, mas nada irreal. Reflete de forma sincera um sentimento. Se tornou a minha música favorita da cantora que conseguiu me surpreender mais uma vez.


2- "Kepping Yout Head Up" de Birdy

Meu primeiro contato com a Birdy foi desastroso. Não conseguia me interessar e pouco me esforçava, até que pela força de um coração amigo eu dei uma chance a cantora que me conquistou a partir de algumas canções calmas e não tão famosas. Assim fiquei interessado quando vi ali pelo Spotify no fim de janeiro o novo single da cantora.
Primeiramente, me surpreendeu pela sonoridade. Era um pop e não um indie bonito que eu conhecia dela. Apesar de não ser inovador, me surpreendeu pela bela letra de uma canção dançante e harmoniosa, atributos que faltam a musica pop famosa por aí.
A cantora é linda e tem um trabalho incrível. Eu e minha chatice demorou para reconhecer isto.


3- "Under The Stars" de John Legend

Reconheço que conheço apenas uma canção do cantor, esta seria a segunda. 
Porque uma canção de uma letra tão sutil e simples, com uma melodia suave e simples me surpreendeu tanto? Justamente pelos adjetivos que eu citei. É uma música para cantar num momento especial, no natal, no ano novo, num momento de glória, quando você se sentir que está pra baixo, pra muitos momentos. É uma música tão suave e sem qualquer exagero, que ao meus ouvidos beira a perfeição.


4- "Fogo" de Os Arrais

Quando "Os Arrais" lançaram seu novo EP intitulado "Paisagens Conhecidas" eu já imaginava que eles continuaram surpreendendo com suas letras fortes e poéticas sobre a vida cristã. O dificil foi escolher apenas uma, contudo "Fogo" me surpreendeu pela sonoridade. É uma música forte, envolvente como fogo e com elementos muito de faroeste que me impactaram bastante. Devo comentar muito mais sobre este álbum por aqui.


5- "Move Your Body" de Sia

Eu escrevo isto ao som dessa canção que se tornou a minha favorita deste novo álbum lançado pela cantora. Como disse um comentador de plantão esta musica é um hino das pistas de dança. E ela conseguiu sair da cadeira e dançar várias vezes essa canção. É boa. É intensa. Tem uma excelente letra. É envolvente. É surpreendente, de todas as canções do álbum é que a mais me surpreendeu. Perfeita.


Assim sendo, estas são apenas cinco canções que muito me surpreenderam.
E quero saber de vocês, que musicas surpreenderam vocês nos últimos tempos, deixem nos comentários que farei questão de ouvi-las  uma a uma.

Espero que tenham gostado!

Até mais!

[ #MFFF2016 ] Resenha de "Onda de Calor" (2015) de Raphaël Jacoulot

"Coup de Chaud" (Onda de Calor) de Raphaël Jacoulot

Exibido no festival de Turin 2015 e selecionado para a mostra do 6º My French Filme Festival, o filme “Onda de Calor” mostra-se um filme que surpreende pela reflexão e não pela narrativa em si, afinal o que se espera de uma história que tem como mote principal um “Quem Matou?” ?, contudo o que encontramos é uma melancólica reflexão sobre a intolerância e isso é o ponto forte do filme.

A história narra vida de alguns habitantes numa cidadezinha aparentemente tranquila, até que a vida quotidiana é perturbada por Josef Bousou: Filho de sucateiros e conhecido encrenqueiro. Por essa fama este é apontado pelas pessoas das cidades como a razão principal de todas as suas desgraças até o dia em que é encontrado morto no quintal de sua família. 

Karim Leckou (Josef Bousou)
A sinopse é inteiramente interessante e o resultado final irá oferecer uma investigação, o velho flashback para mostrar os suspeitos, tem o clássico de uma investigação. Porém falha ao se tornar um tanto óbvio a resposta para o crime, afinal existe uma única história nos habitantes daquela cidade que não se encaixa. Desta forma e que percebo que a grande essência da trama é mostrar o quanto as pessoas daquela cidade são intolerantes.

Você pode pensar, mas porque intolerância? O sujeito não merecia morrer afinal? A resposta para esta pergunta é decerto spoileré, porém ao longo de toda a exibição percebemos que o personagem tem problemas mentais claros, hiperativo, depressivo, melancólico, esquizofrênico. Não há em nenhum momento provas concretas para incriminá-lo de nada. A narrativa deixa isso explicito, você se revolta ao saber que ele morreu e se revolta com as pessoas. Aí sim, ao final temos uma ode a tolerância e ao respeito promovido pelas extremidades: Jovens e os mais velhos.


Dois atores se destacam e praticamente levam o filme nas costas, eles são os responsáveis para gerar em você toda a expectativa. Karim Leklou (Bousou) interpreta excelentemente seu papel e mostra toda a angustia, loucura e inocência peculiar do personagem, assim como a atriz Carole Franck, responsável pelas melhores cenas e diálogos do filme ao lado de Krim Leklou, que interpreta uma mulher forte e um tanto injusta.

Assim sendo, o filme possui uma introdução lenta e calma demais que vai se intensificando até chegar ao seu clímax surpreendente por um lado e decepcionante pelo outro. O filme conta um boa história de forma razoável. 


Filme assistido na 6º edição do My French Film Festival, no dia 05 de fevereiro de 2016.

Esta resenha faz parte da cobertura do evento.

Confira os primeiros posts aqui #MFFF2016

Por Jônatas Amaral

[ #MFFF2016] Resenha de "French Blood" (2014)

Un Français (French Blood) 

“French Blood” é um filme dirigido por Diasteme que traz um filme forte, recheado de uma violência necessária e uma carga melancólica surpreendente. O filme foi selecionado para compor o Festival de Toronto de 2015 e também foi selecionado para o 6º My French Film Festival, um festival de cinema francês anual, totalmente online (SAIBA MAIS)..Trazendo ao Brasil um filme que gerou muita polêmica e entendo porque, desta forma é o que tentarei explicar nesta resenha.

O filme é a história de Marc um Skinhead que junto aos seus amigos – Braguette , Grand-Guy e Marvin- agridem fisicamente os árabes e negros além de colar cartazes de extrema direita. Isto até o momento em que sente que todo aquele ódio crescente e que cultivava desaparece. Desta forma a narrativa mostrara a luta deste jovem diante da busca de anular ou se livrar da violência, da ira e da estupidez que está dentro dele. Como isso pode acontecer? A sinopse oficial do filme resume dizendo: “é a história de um filho da mãe que tenta se transformar em uma pessoa decente”.




Narrativa do filme abarca um longo período de tempo mais ou menos entre o período de 1988 até 2012, com a tentativa de mostrar como esse personagem foi se transformando ao longo desse anos, além deste vivenciar a mudança (ou não) na vida dos seus parceiros de juventude e das pessoas que ele encontrou ao longo dessa jornada. Contudo, essa narrativa fica um tanto perdida, em termos de identificação do ano especifico, por não ser uma passagem de tempo precisamente marcada, apesar de a legenda oferecer, as vezes, essa informação. Por um lado isto é ruim, porque você não se prepara para aquilo, por outro lado é interessante, pois o filme te deixa num continuo de dúvida de o que aconteceu? O que mudou? Daí vem algumas surpresas.

Alban Lenoir (Marc)
O personagem é bom, contudo não espere torcer por ele, porque será difícil você se identificar com este ou mesmo aceitá-lo, isso é brilhantemente interpretado pelo ator Alban Lenoir. Entenda, suas atitudes por mais que sejam de boa intenção é revestida de um discurso externo muito forte que o envolve muitas vezes e o trava em certos aspectos. Que discurso é esse? Entramos na polêmica. 

O filme tem na sua narrativa um grande teor nazista, ou que bebe desta fonte. Calma. O filme não vangloria o nazismo ou o defende, porém mostra muitos personagens com essa ideologia, logo é um filme muito incomodo, já que muitas vezes nos deparamos com discursos de ódio contra raças e orientação sexual. O filme precisa da violência e dessa carga verbal muito dura e muito presente, justamente para fazer o público pensar sobre "ideal politico" e assim critica-lo. 

O filme abrange alguns momentos contemporâneos importantes na França que você não consegue entender tanto por não está inserido naquele contexto e não ter muito conhecimento, o qual foi meu caso. Seria necessária uma pesquisa para entendê-los. Desta forma, o que você vê não é sem propósito, acontece que desta vez vemos pelos olhos da perspectiva a qual nós entendemos como cruel e que realmente é, e isso incomoda.

Diastème (Diretor)
A grande questão é que o filme trabalha com as consequências não de uma escolha política e sim de uma escolha de vida que faz pensar demais. Acredite é um filme que incomoda constantemente ao assistir e que termina de uma forma fria. Tal final me oferece uma conclusão sobre o personagem central: é um personagem que tenta ser alguém decente, porém que não consegue se posicionar.

Não é um filme fácil, mas é um excelente filme para quem estiver aberto a pensá-lo e não só curti-lo. É um filme recheado de uma violência orquestrada e bem conduzida, porém necessária, com grandes personagens; as vezes um pouco confuso na narrativa, porém que no geral vale o tempo para assisti-lo a fim de pensar e observar também o que vivemos e até entender mais do patriotismo francês e de muitas coisa que atualmente se vive na França. 


Filme assistido na 6º edição do My French Film Festival, no dia 04 de fevereiro de 2016.

Esta resenha faz parte da cobertura do evento.

Confira os primeiros posts aqui #MFFF2016

[ #MFFF2016 ] My French Film Festival 2016: Curtas Metragens - Final


Bonjour!

O My French Film Festival 2016 segue firme até o dia 18 de fevereiro, Não perca!

Ao todo, o festival está exibindo 11 curtas metragens, seis deles já foram comentados aqui no blog, confira na PARTE 1 e PARTE 2. Para finalizar, estes posts sobre os curtas metragens, irei comentar com você um pouco sobre os últimos cinco curtas metragens que se encontram no eixo "Woman's Tales" ou Contos Femininos.

Esse eixo trará a história de mulheres de diversas idades em situações bem distintas. Um dos meus curtas-metragens favoritos da mostra esta nessa categoria.

Let's Go!


 Au Sol (No Chão) de Alexis Michalik
Sinopse: Évelyne deve ir a Londres para o enterro da sua mãe. No aeroporto, é impossível encontrar os documentos para seu bebê, impossível ir mais longe. Com a ajuda de Stéphanie, uma jovem aeromoça, Évelyne lutará contra a administração e talvez possa decolar a tempo.

Comentário: O filme é uma história envolvente e gratificante.  Temos a burocracia e as leis criadas por desastre que dificultam a ida e o descolar de alguém simplesmente para ir ao enterro de um familiar. Tudo prejudica, há a vontade de ajuda, mas o que fazer diante da burocracia?
Um mulher decidida, resolve fazer algo.
E sabe, eu simplesmente terminei o curta torcendo ofegante e simplesmente querendo agradecer aquele mulher por todo o esforço. ela poderia não conseguir, mas tentou. Quantos de nós faríamos a mesma coisa.
Pelo medo, a primeira atendente não fez o máximo, não queria perder o emprego. É incrível! O que fazer diante de situações como essas?
Eu poderia falar de um defeito técnico que eu não gostei, mas sinceramente não se torna relevante.
De toda a mostra esse com certeza é um dos, senão o meu curta metragem favorito.

Confira: http://www.myfrenchfilmfestival.com/pt/movie?movie=37759

"Les Filles" (As Meninas) de Alice Douard
Sinopse: É verão. Charlotte trabalha no pedágio da rodovia do sul e treina para o jogo de futebol amador organizado por sua irmã Nath.

Comentário: É complicado comentar em poucas palavras sobre este curta. Não que ele seja um espetáculo, pelo contrário até aqui foi o filme mais fraco ao meu ver. Contudo, posso dizer que é um filme fraco com um momento interessante de fato. A sequência futebolística do final é intensa, clara e satisfatória. Tudo o que vem antes fica meio preguiçoso, apesar de (dando o braço a torcer) importante. Achei um filme sem motivação clara, apesar de atuações bem convincentes.Tem seus pontos positivos de edição, mas falha no roteiro que é o ponto critico e problemático do curta em minha opinião.
Mas, assista e tire suas próprias conclusões.

Confira: http://www.myfrenchfilmfestival.com/pt/movie?movie=40386


"La Fin du dragon" ( A Morte do Dragão) de Marina Diaby
Sinopse: Marianne, Mike e Angèle estão reunidos em torno de sua mãe. Em dez dias, quando desligarem as máquinas que a mantêm em coma, Claudine estará morta. Dez dias? Marianne não entende que devam esperar tanto tempo. Felizmente, Angèle se esforça para organizar tudo milimetricamente e Mike, por sua vez, faz tudo para não contrariar ninguém. Tudo dará certo. Nem mesmo o cachorro havia sido tão carinhoso assim até então.

Comentário: De inicio eu não esperava tanto assim da história porém o filme se revelou algo melancólico, porém muito sutil.
A personagem central da trama é complexa e (in)segura de si. Ela é o foco e alvo da história. Os coadjuvantes dão uma boa base psicológica e jovial a trama. 
O final é complexo, porque a sutileza acaba por se fixar nas imagens e não nos diálogos. Com uma canção forte a história termina de forma aberta.
O filme, retrata a vida de três irmãos diante da morte definitiva da mãe. É algo triste, porém bonito de ver. Um grande drama.

Confira: http://www.myfrenchfilmfestival.com/pt/movie?movie=40364



"Jeunesse des loups garous" ( Monstros se tornam Amantes) de Yann Delattre
Sinopse: Entre seu trabalho, seu namorado e a companheira japonesa com quem divide a casa, Julie avança com decisão na vida sem ver Sébastien, que tenta seduzi-la de forma tímida e desastrada.

Comentário: Eu assisti a esta história no fim de um dia estressante. Eu escolhi o curta e imaginava um grande drama porém, foi ma grata surpresa para finalizar a noite!
Uma história de amor fofa, porém sem clichês chatos e secos. A História traz personagens bem simples, mas bem legais de se acompanhar e de torcer. É o famoso Shippar que você leva por 20 minutos. É uma doce comédia romãntica em 20 minutos. Muito bonita. É um dos meus favoritos com toda certeza.


Belle Gueule ( O Verão de Sarah) de Emma Benestan

Sinopse: É verão no Sul. A cada dia, Sarah, de dezesseis anos, vende rosquinhas com seu pai na praia. Uma tarde, ela conhece Baptiste.


Comentário: O ultimo conto ou curta que eu apreciei e posso que é um filme interessante, com uma boa atriz interpretando uma adolescente chata, um tanto arrogante, meio sem causa. A relação dela com o pai é o arco mais forte do filme, e o relacionamento dela com o rapaz, só vem a ser algo para ajuda-la a crescer. A grande aposta do filme é a temática do erro para se aprender. Nada muito original, mas se destaca pelas suas atuações.
Interessante!

Confira: http://www.myfrenchfilmfestival.com/pt/movie?movie=39733

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Assim sendo, o que acharam? O que estão achando? 
Está participando do Festival? 
Aguardo seus comentário sobre os curtas metragens, opiniões sobre o festival. Lembrando que os curtas estarão disponíveis no site do evento até o dia 18 de fevereiro de 2016. Não Perca!

Porém, não é o fim da cobertura sobre o festival neste blog. Ainda esta semana serão publicados as resenhas ou comentários dos dois documentários exibidos no festival! Não percam!

Confira a PARTE 1 e PARTE 2. 

Até mais!

Jônatas Amaral

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