[Projeto BLC] Tag "Livros ou Travessuras?"




Olá Pessoal,

Mês de Outubro. E Sinceramente, eu sempre imaginei como seria uma festa Hallowen, daquelas típicas dos Estados Unidos. Mas, fazer o que? Fica, por enquanto, só na imaginação. 

E Dia Das Bruxas, Hallowen, chegamos então ao segundo tema do Projeto BLC (Saiba mais AQUI! ). E desta vez, é um Tag onde para cada personagem de histórias e lendas de horror, temos que associar a um livro que lemos. Vamos nos divertir?

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1°. Livro Drácula: Os vampiros são caracterizados por sugar o sangue alheio, cite aquele livro que sugou todas as suas forças, deixando você sem ar.


"A Menina Que Roubava Livros" de Markus Zusak é um livro que tira meu fôlego por diversos motivos. 
É sem dúvida um dos meu livros de cabeceira; uma dos meus livros favoritos. Por este e outros motivos.
Cada linha dele, aleatória que seja, traz lembranças, traz emoções.

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2°. Livro Fantasma: É de consenso geral que os fantasmas existem nas histórias de terror para assustar e assombrar a todos. Comente sobre aquele livro que te assombrou durante muito tempo.


"Vozes do Deserto"  de Nélida Pinõn foi aquele livro que eu li obrigado por obrigações universitárias. Que realmente me assombrou durante alguns meses, a leitura dele tornou-se fundamental. Mas, não foi nenhum pouco prazerosa. 
É uma obra realmente eu não quero ver tão cedo novamente, tem seus pontos positivos, mas a experiência literária não foi das melhores.
Me assombrou e com toda certeza está na lista do piores livros lidos.

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3°. Livro Lobisomem: Tal qual a licantropia que passa de mordida por mordida, cite um livro que você gostou tanto que indicou a várias pessoas.

"O Tempo e o Vento: O Continente 1" foi uma grande surpresa. Foi um livro que me cativou profundamente, tornou-se uma obra muito querida, favoritada por mim. O Autor com seu trabalho conquistou um leitor ávido por sua obra. É um livro que eu indiquei pra muitas pessoas e continuarei indicando.

A Resenha deste livro é um dos posts mais vistos aqui do Blog, se ainda não leu, corre lá! CLIQUE AQUI!

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4°. Livro Bruxa: Bruxas são famosas por jogarem feitiços e maldições nas pessoas. Portanto, conte-nos qual livro que te enfeitiçou, pode ser tanto de forma positiva quanto negativa.


Para esta pergunta eu escolhi dos livros. Um para representar um encantamento positivo e outro um feitiço negativo.
"O Sobrinho do Mago" de C.S.Lewis, foi um livro que me encantou do inicio ao fim, de uma forma a me deixar maravilhado, foi a minha estreia no mundo literário das Crônicas de Nárnia. Realmente um livro que deixa num estado de estrema alegria.
Por outro lado "A Guerra dos Tronos" de George Martín, me enfeitiço, mas com um feitiço do cansaço, do sono, da preguiça, ainda não terminei o livro. Acho que ele possui muitas qualidades, mas realmente, para mim peca pelo excesso. Não me animou para continuar a leitura, por enquanto.

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5°. Livro Frankenstein: Infelizmente, o Frankenstein é aquele personagem o qual as pessoas julgam pela sua aparência aterrorizadora. Em sua homenagem, comente aquele livro que a princípio você julgou mal pela capa, mas ao ler você acabou gostando da história.

"Justin Bieber: Primeiro passo para a eternidade. Minhas Histórias" de Justin Bieber. Foi um livro que eu julguei mal. Comprei porque estava numa promoção, tava baratinho e comprei.
Olhei pra capa, acho que isso não vai ser uma leitura agradável, mas abri o livro, achei uma edição fantástica. Li o livro é me surpreendeu. Gostei do que foi narrado, de como foi narrado. 
É um livro que eu gostei de ler que eu gostei de conhecer.

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6°. Livro Zombie: O Zombie é aquele personagem clássico que não dorme. Qual foi o livro que te fez ficar acordado a noite toda sem conseguir parar de ler?

Não li todo em uma noite, acho que nunca passei uma noite lendo, mas realmente. "A Seleção" de Kiera Cass, foi um livro que conforme a leitura foi passando, mas eu queria ler. Chegou o dia, que eu já estava me aproximando do final, estava vindo de um dia cansativo, mas eu realmente não conseguir dormir até ler a última frase desse livro e imediatamente começar a ler a sua sequência.

Este livro tem resenha do Blog, CONFIRA AQUI!

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. Livro Gato Preto: Essa é aquela lenda que você não sabe se acredita ou não e acaba ficando confuso. Sendo assim, fale daquele livro que te deixou confuso, sem saber muito bem como reagir a ele.

"Veneno" de Sarah Pinborough, foi um livro que me deixou sem saber como reagir. Confuso mesmo, eu não sabia se eu havia gostado ou não.
Pensei durante alguns dias para fazer a resenha, para avaliar aquilo que eu tinha lido. 
Acabei chegando a uma conclusão, mas foi um livro que realmente me deixou confuso. Eu gostei e não gostei.

Saiba mais na RESENHA!

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8°. Livro Fogueira: A fogueira foi a causa das mortes injustas de muitas “bruxas”, assim como um símbolo presente em várias narrativas de horror. Conte sobre aquele livro que acendeu uma chama interior e te deixou pegando fogo de tanta raiva.


"Lua Nova" de Stephenie Meyer.

Que fique claro, não odeio este livro. O livro que eu realmente menos gosto da série, é "Eclipse". Mas, esse foi um livro que me deixou com raiva, por conta do excesso de drama da protagonista. 
É um daqueles que livro dá vontade de implorar: "Por favor, se joga!" acaba com isso, Por Favor!
Mas, realmente é um dos melhores livros da série, eu reconheço. Mas, isso não quer dizer que ele seja extremamente bom. 
Foi um livro que me gerou uma sentimento de raiva.

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9°. Livro Cavaleiro Sem Cabeça: Diz a lenda que o Cavaleiro que assombrava Sleepy Hollow perdeu a cabeça durante a Guerra da Independência dos EUA. Porém aqui o que faz perder qualquer parte do corpo são os livros, por isso, conte-nos sobre aquele livro que te fez perder a cabeça, ou seja, a compostura.


Não entendi muito bem esta questão, mas refletindo, acredito que seja um livro que me fez imaginar, me fez pensar ou pronunciar palavras ou temas, que eu realmente não falaria, pensaria, imaginaria. Seria, realmente me extrapor.
E esse livro foi "Selvagens" de Don Wislow. Estou devendo a resenha, em breve, será publicada. 
É um dos trillers mais incríveis que eu já li, com toda certeza foi uma das melhores leituras do ano. E realmente, foi uma leitura diferenciada de tudo que eu já tinha lido. Foi um livro que me fez perder a cabeça, imaginar, sair da zona de conforto, no quesito tema.

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10°. Livro Cemitério: O cemitério é um cenário clássico do Halloween e das narrativas de terror, ele é considerado um lugar terrivelmente calmo e silencioso, reservado para o sepultamento dos mortos. Para caracterizar o cemitério, cite aquele livro que você enterrou na sua estante, não terminou de ler ou nem mesmo começou, seja por ter esquecido ou por ter desanimado com a história.

"A Maldição do Tigre" de Collen Houck

Este é um exemplo de livro na minha estante que eu realmente perdi a vontade de ler. 
Eu comprei o livro com o intuito de ler imediatamente, mas não sei dizer o motivo especifico, mas é um livro que hoje eu não tenho a minima vontade de começar a ler. 
Até já tentei, mas, acredito, que talvez, seja o medo de não gostar. De achar superficial.
Não sei...

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Então, o que acharam?
Fiquem à vontade para fazer a Tag. Divirtam-se!!
E então, Livros ou Travessuras? ;D

Por Jônatas Amaral.

[RESENHA] “A Moreninha” de Joaquim Manuel de Macedo



O ano é 1844. Macedo publica o que hoje seria considerado o precursor do Romance Brasileiro. Joaquim Manuel de Macedo introduziu na Literatura Brasileira o gênero Romance, com a publicação do livro “A Moreninha”.



Este livro faz parte do Desafio “100 Livros Essenciais da Literatura Brasileira”. Hoje, faço dele outro marco, talvez menos significativo, mas depende de quem está vendo. Este é o primeiro livro lido por mim do desafio, o primeiro resenhado.

“A Moreninha” gira em torno de uma aposta feita por quatro amigos, estudantes de medicina: Fabrício, Augusto, Leopoldo e Felipe. A aposta surge quando Felipe convida os amigos a visitar a sua avó, D. Ana. E faz toda uma propaganda em torno de suas primas e de sua irmã. Augusto que é visto como legitimo namorador e conquistador, diz que jamais consegue amar uma moça por mais de 3 dias.

Assim surge a aposta: Se Augusto enamorar-se por uma só mulher durante quinze dias será obrigado a escrever um romance, como pagamento da aposta. Caso contrário, Felipe terá que escrever sobre sua derrota. Aposta é aceita.

Indo até a Ilha (que nunca é nomeada no livro), conhecemos a família, o cotidiano, as festas, as brincadeiras de uma nova sociedade, com novos costumes, que estava surgindo no Brasil. Lá, os rapazes se encantam pelas moças, tem-se lugar brincadeiras divertidas, de mau-gosto por vezes, mas divertidas. Assim surge, um romance entre A Moreninha e o Incorrigível Augusto. Um romance que enfrentará percalços, principalmente promessas do passado.

“- Mas a desordem é hoje a moda! O belo está no desconcerto; o sublime no que se não entende; o feio é só o que podemos compreender; isto é, romântico; queira ser romântica, vamos ao meu futuro.” (pag. 110)

O Livro em sua época pode ser considerado um Best-seller, foi lido por muitas pessoas. Foi uma identificação imensa. O motivo nunca se saberá ao certo, mas podemos criar hipóteses. O livro tem um toque de realismo (não confundir com o ideal da escola realista), ele vai descrever costumes, lugares tipicamente brasileiros, mas, lembrando que estamos no Romantismo, temos muitas coisas idealizadas, inclusive o amor, a mulher. 

Podemos notar que Macedo trouxe elementos da cidade e do campo tipicamente brasileiros, tentando fugir de modelos portugueses ou de outra nacionalidade, apesar de ainda, segundo estudiosos, ainda haver traços muitos marcantes de obras anteriores internacionais, mas que não vejo como um problema.

A História lida hoje em dia, no nosso contexto, pode ser considerada uma típica comédia romântica, com seus clichês (lembrando que aqui é o ideal de clichê atual, afinal a época era algo inédito). Porém, a obra é super divertida. Muitos consideram obra pra meninas, não concordo. Afinal, qualquer rapaz pode se divertir ou até mesmo se identificar com algumas opiniões dos estudantes da história. Assim como as moças. O fato é que, os costumes na obra, a forma da paquera e tudo mais, são diferentes, contudo, se analisarmos bem a essência não mudou tanto assim, tanto é que acho possível que muitos ainda podem se identificar com o ideal da obra. Seus valores, a sua moralidade. E se emocionar e rir bastante.

"A Moreninha" de Joaquim Manoel de Macedo. Editora Klick.
159 páginas.

É uma obra despretensiosa, o próprio autor no prefacio (um dos mais lindos que já li, digno de passagem) nos alerta, pedindo desculpas se esta sua “filha” for travessa demais e ter muitos defeitos. Macedo traz algo novo, uma obra que fez muito sucesso e que ainda é lida hoje em dia e estudada e debatida, logo não vou dizer de nenhuma forma que tal obra tenha apenas valor documental dentro da história da Literatura Brasileira. Merece ser lida e apreciada como uma obra literária não só pelos ditos famosos críticos e estudiosos de literatura, mas sim por todo e qualquer leitor.

Gostaria de chamar atenção para um aspecto interessante que são os diálogos diretos. Não espere encontrar muita descrição, pelo contrário houve uma preocupação em dizer o essencial. Descrever o que realmente era importante para criar ambientes, por exemplo. Os Diálogos são muito bem trabalhados, são divertidos. Algo que sinto falta hoje em dia nos romances brasileiros. Valorizo muito um autor que consegue produzir diálogos em sua obra que não sejam superficiais, que não deixem de ser interessantes e que evoluam a história. Macedo fez isso 1844, em “A Moreninha”.

“- Augusto  é incorrigível.
- Não, é romântico.
- Nem uma coisa nem outra... é um grandíssimo velhaco.
- Não diz o que sente.
- Não sente o que diz.
- Faz mais do que isso, pois diz o que não sente. “ (Pag. 18)

Os personagens não são tão profundos, mas que já deixam uma centelha do que será produzido mais adiante. Carolina e Augusto são personagens que nos apegamos cada uma com seu jeito em particular. Pensemos que este é o primeiro romance brasileiro e não foi o último. Com toda certeza serviu de base para muita coisa que foi produzida depois.

Por fim, “A Moreninha” é um livro divertido, com uma linguagem acessível, mesmo sendo de séculos atrás. Possui um valor histórico. Possui temas ainda bem atuais. Uma obra que merece ser apreciada por todo e qualquer tipo de leitor.

Por Jônatas Amaral

Adquira o livro: Amazon  



Projeto Blogagem Literária Coletiva #1 - Estagiário de John Green


Olá Pessoal,

Hoje é domingo. Dia 26 de outubro. Dia de Eleições.
Mas, o dia não se resume a isto não é mesmo? Arte é preciso.

O Blog Estreia hoje no Projeto Blogagem Literária Coletiva, promovido pelos blogs Os Literatos , Chá & Livros e Diário de uma Livromaníaca. Que consiste em um projeto de integração de vários outros blogs a fim de fazer postagens sobre temas diversos a cada mês. Para propagar ideias, incentivar a literatura e integrar diversão ao nosso dia-a-dia.

Para saber mais, CLIQUE AQUI!

Para começar, foi lançado um tema bastante criativo e desafiador. Levei algum tempo para produzir o texto referente a este, por isso peço desculpas. Eu realmente espero que tenha ficado interessante.



E como primeiro tema os blogueiros participantes são estagiários de nada mais nada menos que o premiadíssimo autor norte americano John Green. Este mês John Green saiu para pescar e deixou o seguinte bilhete a nós:


“Querido estagiário:

Terminei de escrever A Culpa é das Estrelas, mas ainda não estou contente. Sinto que falta algo e não consigo identificar o que é. Peço que você reescreva algum trecho de ACEDE, mude algo no começo, meio ou fim. Reinvente algum diálogo ou cena, acrescente personagens, mude o destino de outros. Mas quero apenas UMA mudança e deixo-a a seu critério.
Confio em você, na volta verei o resultado e comemoraremos com um belo peixe assado.”
John Green
Convenhamos ser estagiário de um grande autor de sucesso é um desafio imenso e maior ainda quando você tem o encargo de mexer em alguma coisa em um de suas maiores obras e de maior sucesso.
Aceitei o desafio e segue o resultado. Um pequeno texto que pode servir de prólogo ou epílogo, fica a sua escolha. 


"Estou contando estrelas. Deve haver milhões. Bilhões. Quem sabe até trilhões ainda nem rastreadas. Ainda assim eu as enumero. Afinal, tenho que pelo menos ter certa ideia de quantas vezes contarei esta história na eternidade. 
Talvez, seja um efeito de se estar morrendo, querer que alguém se lembre de sua história. Não querer ser esquecido. 
Ainda existem estrelas, alguém vai lembrar. Alguém contará. Alguém irá saber ou não. 
O que importa é que esta história ficará guardada nas estrelas e coloco ao encargo delas o seu propagar. Agora já sabem a quem agradecer ou a quem culpar."

Sempre considerei o livro "A Culpa das Estrelas" um clamor pela vida, dando uma ênfase e reflexão sobre o fim dela. Acho isso fantástico. A Vida em comparação com as estrelas, é algo que me emociona.

Assim então eu pergunto:
O que acharam? Aprovado ou não? Pode dizer, fiquem à vontade. 
Acham que seria um bom prólogo ou um bom epílogo?
E você, o que você mudaria ou acrescentaria nesta história?


Por Jônatas Amaral
Créditos de Imagens: Os Literatos e Devian Art 

Em 3 Dias...


O que pode acontecer em um dia é de um valor incontável. Imagine, então, em dois, três ou em um ano. 
Há dias que são como 365. Tão longo assim? Não é pelo fato de serem longos, é pelo grau de aprendizado em cada um deles. Penso, então, nesta manhã, que vivi três anos em três dias.
O que aprendi pretendo compartilhar, mas principalmente viver. Entendo que para aprender se exige vontade. Praticar é uma escolha. Isso cabe em todas as áreas da nossa vida.
Se escolhemos torto, conseguiremos coisas tortas. Se plantamos, colhemos. 

Amor.

Ele também é um escolha. Ninguém é obrigado a amar alguém, porém amar é essencial. É um sentimento profundo que faz parte da alegria completa. (1 João 4:3-4)
Deus não impõe amor. Ele ama. Oferece amor. Da mesma forma que ele nos ama, ele pede, AME. Amor verdadeiro, pautado numa verdade.



Esperar.

Isso também é uma escolha que oferece certezas no futuro, oferece calma, oferece segurança. Sim, acredite.  Temos que aprender a esperar, assim como, temos que aprender a hora certa de agir. Tudo tem o seu tempo.

3 dias em que eu aprendi essas e outras tantas palavras. O que acontece a partir de então são escolhas e novos aprendizados. Estou vivendo um novo dia. Um novo ano. Novas aprendizados. Novas Escolhas.


#RetiroSeparadosParaCristo2014
#OPropósito

Por Jônatas Amaral

#FelizDiaDasCrianças --> 7 coisas da minha infância que eu guardei.



"Você conhece aquele lugar entre dormir e acordar, o lugar onde você ainda pode lembrar de sonhar?" (James Barrie)

Primeiramente, Feliz Dia das Crianças! 
Seja você jovem, adulto, Terceira Idade, Criança, Junior, à todos! Feliz Dias das Crianças. Pois se você não é, já foi. Ou mesmo se já foi, saiba em nosso interior ainda podemos preservar uma criança, com desejo de crescer, com desejo de cada vez mais aprender.

A Frase que começa este post é do escritor de "Peter Pan", a minha história favorita, pois ao mesmo tempo que ele questiona, porque crescemos? Ele nos faz pensar na importância de crescer, sem nunca esquecer que existe um lugar que nunca esquecemos de sonhar.

Eu ainda guardo esse lugar. E ainda possuo coisas que me lembram dessa fase e sempre me fazem lembrar, que ainda sou uma criança, muita coisa ainda preciso aprender.  Por isso, hoje trouxe 7 coisas (tudo bem, são um pouco mais) que marcaram minha infância e que eu ainda as guardo com muito carinho.

Minha Primeira Bíblia.


A Minha infância inteira eu cresci no meio de festinhas, de música, de filmes e de livros. Mas, de todos os livros este, com certeza, é o mais especial. Foi onde eu comecei aprender ensinamentos que perduram até hoje no meu caráter, na minha personalidade. Deus fez grandes coisas na minha vida, meus pais o apresentaram a mim muito cedo. Muito cedo, aprendi quem Ele é. Desde cedo, decidi que queria conhecê-lo, o queria amigo. 
Esta Bíblia eu ganhei aos meus 5 anos, exatamente no dia do meu aniversário de 5 anos. Um dos melhores e mais inesquecíveis presentes da minha vida.

O Mais antigo Brinquedo


Não espere que eu lhes mostre brinquedos de última geração, Não. porque na minha infância meus brinquedos basicamente se resumiam a bonecos. De tudo que é tipo, de tudo que é tipo de desenhos.
Muitos deles eu ainda possuo, abaixo vocês verão outros deles. Mas aqui gostaria de apresenta-los o Sr. Jacaré. Ele é meu brinquedo mais velho. Ele persistiu até hoje. Eu ganhei ele quando eu tinha 2... meses! Sim, 2 meses. Hoje eu estou com 19 anos, ele ainda está comigo. Nunca me abandonou e  também nunca vou abandoná-lo.

Brinquedos de 19 anos.


Se vocês por acaso um dia assistirem meu vídeo de aniversário de 1 ano, com certeza vocês verão esses brinquedos. Eu os ganhei no aniversário de 1 ano e comigo estão ainda hoje. Eu sempre digo, o aniversário deles é dia 10/01 , no mesmo dia que eu.
Muita coisa já aconteceu com eles, mas ainda persistem até hoje.
Já devem ter percebido que trato eles como amigos, Toy Story foi um filme que marcou minha infância. Pode ser uma possibilidade de explicação.

Fitas Cassetes de Áudio


Eu nasci em 1995, no auge dos anos 90. Quase no fim do século, onde muitas coisas já estavam se desenvolvendo. O tempo das fitas de vídeo e de áudio. Alguém atualmente sabe o que é uma fita de áudio?
Essas fitas eram vendidas nas lojas, eram de grande sucesso. Hoje gravamos cds caseiros, naquela época se gravava fitas. Eu aconselho o filme "As Vantagens de Ser Invisível" para entender mais. 
Essas fitas eu guardo até hoje, pois lembro na minha infância inteira eram as minhas favoritas. Eu escutava todos os dias. "Chiquititas" era uma novela que eu simplesmente era fã, acompanhava tudo. "Eliana" sempre fora minha cantora e apresentadora favorita. Eram momentos super interessantes. Hoje eu tenho os equivalente em CD, mas sinceramente nada faz eu me desfazer dessas fitas. 

VHS

Pelo que meus pais contam, eu praticamente nasci ouvindo música e assistindo filmes. Eu tinha muitos VHS, assistia praticamente todo dia. Alguns se perderam com o tempo, outros ainda persistem. Pretendo mostrar essa minha antiga coleção. Mas, aqui gostaria de mostrar dois que realmente marcaram minha infância.
Já disse acima, Eliana sempre fora uma das minha cantoras infantis preferida. Suas músicas eram bacanas, dançantes, não eram bobas como muitas que fazem hoje (Estou falando com você "Galinha Pintadinha" kkkk). Seus VHS são incríveis, toda vez que os assisto eu me divirto pra caramba. 

CD'S

A música faz parte da minha trajetória inteira e nunca sairá dela. Ela faz parte de mim. Logo, não poderia esquecer dos meus primeiros CDS. Abaixo você vê, meus dois primeiros CD's. Eles foram dados pelos meus pais, com um certo sacríficio. Era uma época que os CD's estavam entrando na moda, ou seja, eram caros. Mas, eles nunca saíram da minha estante e neles prevalecem músicas que são temas da minha vida.


Depois de um tempo quando os CD's substituiram os Vinis e as Fitas, eu comecei a comprar mais CDs, e abaixo seguem três que tanto os cd's e suas músicas, quanto de onde eles se originaram, são coisas marcantes... São Cd's de trilha sonora. O primeiro da é minha série favorita de todos os tempos: "Ilha rá-tim-bum", falarei mais dela no blog em breve. E os outros dois, são da novela "Floribella",uma das melhores da primeira década do século 21, em minha opinião.



LIVROS

Não podia faltar né?
Aqui esta uma coleção de livros que guardo com todo carinho. Não é qualquer coleção, é simplesmente uma das coleções mais caras da época. Eram livros de história da Disney em capa dura. 

Não, não compramos. Eu ganhei do meu tio, que já tinha ganho de outra pessoa. É uma coleção linda, com ilustrações super maneiras e histórias muito legais. É uma das coleções de livros mais antigas da minha estante. Marcante.

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A Infância passa , mas dentro de nós ela ainda pode permanecer viva e ainda dar grande frutos.

E então, que coisas vocês ainda guardam da infância de vocês?

Diga aqui nos comentários ou mande um foto para nós por e-mail ( jonatas.ma@yahoo.com.br), ou na nossa página no facebook (https://www.facebook.com/AlmaCritica ) Compartilhe conosco!

#FelizDiaDasCrianças

Por Jônatas Amaral

[RESENHA] "Indesejadas" de Kristina Ohlsson



Há livros que nos arrebatam; que nos fazem chorar; deixam-nos em estado de tensão, em completo horror. “Indesejadas” é um livro extremamente realista, sendo assim, todas as características citadas acima são elevadas a alguns graus maiores. É um livro que penetra na nossa mente e nos desafia. Mexe no nosso interior.

Meados de um verão chuvoso na Suécia. O inspetor Alex Recht e sua equipe, auxiliada pela analista criminal Fredrika Bergman, começam a investigar o que parece ser um caso clássico de disputa familiar pela guarda de uma criança. No entanto, quando a menina, sequestrada de um trem, é encontrada morta no extremo norte da Suécia, com a palavra “indesejada” escrita na testa, o caso se transforma rapidamente em um caso de horror, de medo, de corrida contra o tempo. Um verdadeiro pesadelo para a equipe inteira.

A história narrada nestas páginas é brutal. São crimes horrendos sendo tratados da forma como eles são, não há um eufemismo. A autora realizou e planejou a história deixando-a bem orquestrada, ao mesmo tempo em que, leva o leitor a incertezas causadas pelo próprio caso que está sendo investigado.

O que favorece a narrativa da história, além das situações pontuais que modificam e oferecem reviravoltas incríveis, são os personagens. Principalmente a equipe de investigadores, liderados por Alex Recht. São eles que nos envolvem na história. Com eles ficamos sem chão, nos entristecemos, nos afligimos, juntos ficamos felizes. São personagens extremamente humanos, com sentimentos, com suas crises, medos, reações.

A personagem Fredika Bergman é uma das personagens mais interessantes desta obra, principalmente quando percebemos o papel dela, que é fazer um contraponto com as outras mulheres da história. Ela esta em um trabalho onde a sua formação acadêmica é levada de uma forma preconceituosa, mas não deixa tudo isso afetar o seu ânimo. Uma mulher com seus desejos, independente, mas ainda sim com problemas, não autossuficiente. Um contraponto, com outras mulheres que estão envolvidas nos crimes, onde se deixam e não fazem nada para mudar a situação enfrentada.

Askugar, de Kristina Olsson. Tradução de Sérgio Pereira
Couto.  Editora Vestígio. 2014. 400 páginas.
As atitudes do passado. Escolhas. Como lidar com o abandono. O papel da mulher na sociedade e o amor e cuidado com as crianças são temas abordados nesta obra. Percebamos que não são temas fáceis, são temas que podem com facilidade, sim, cair em clichês. Porém de nenhuma forma isso acontece. Três coisas contribuem para isso: 1) Os personagens; 2) A escolha da escrita narrativa da autora; 3) O enredo interessante.

Não encontramos personagens caricatos, mas sim, grosso modo, gente como a gente, aliados como um enredo angustiante, brutal e reflexivo, ainda mais bem efetuado com uma escrita elegante, na medida certa. Paradas retóricas, diálogos impressionantes.

É visível a pesquisa da autora sobre a investigação criminal, aliada com seus conhecimentos prévios de sua profissão (A autora é ex-analista estratégica de segurança da Policia Naconal da Suécia, e trabalha contra o terrorismo na Organização para a Segurança e Cooperação na Europa). 
SKOOB 

O único momento que percebemos uma derrapada da autora, é no ritmo do desfecho da obra, que foi fantástico, que fique claro, porém sentimos certa pressa, talvez, porém de modo que não deixou nenhuma ponta solta de enredo. É o suficiente, mas um determinado corte pode deixar os leitores com um gostinho de queria um pouco mais. Mas, verdadeiramente, ela consegue prender o leitor e até mesmo enganá-lo um pouquinho ( tomem isso como uma excelente qualidade).

A edição da editora Vestígio esta muito bem feita. Elegante. Uma capa linda e significativa. Uma diagramação simples, mas eficiente. 

Por fim, “Indesejadas” é um triller envolvente, cheio de reviravoltas, extremamente realista. A Reflexão trazida por ele é bastante atual e relevante.

Por Jônatas Amaral

[ELEIÇÕES 2014] Encarando a Urna...


2014 é um ano importante para nossa história. Ou, pelo menos, devemos fazê-lo como tal. 

Ano passado, as ruas foram invadidas. Via-se por toda parte a tal hastag #VemPraRua, foi para a rua? E agora? Tem coragem e pensamento de mudança suficiente para ir à urna e realmente fazer a diferença, Começar uma mudança?

Eu sinceramente ouvir por ai: “Pra que votar? Nada muda!” ou “Deviam acabar com o voto obrigatório!”. Acabar com aquilo que realmente pode mudar algo? O lugar onde podemos dar nossa opinião ou mesmo se omitir?

Hoje, quando fui até a minha zona eleitoral e fui para trás daquela cabine branca, deparei-me com ela: A Urna. Foi à segunda vez que a encontrei, porém foi a primeira vez que escolhi um candidato a Deputados, Senador, Governador e Presidente. E depois de tanto pensar, percebi, parei, veio algumas duvidas, veio questionamentos, veio certezas. Refletir por alguns segundos, meu voto é uma escolha. Podem pensar que não, mas um voto faz toda a diferença. Principalmente em uma eleição como esta, onde a disputa é acirrada, voto a voto, defini as coisas. Pelo menos à Presidência é assim.


Ao escolher nossos candidatos, pelo menos deveríamos analisar suas propostas, analisar suas posturas, passá-los por um crivo. Mas, o que vemos afinal: “Vou votar no menos pior”. (Se bem, que em alguns estados brasileiros, isso é uma frase que defini bem a política deles, afinal o que fazer?). “Vou votar em qualquer um, só porque sou obrigado”. “Este é o meu candidato por que acho o olhar dele engraçado”. “Vou votar nele porque ela é um bom meme de internet, e fui com a cara dela”. 

Há aqueles que realmente dizem: “Este é o meu candidato, porque ele realmente me representa”. “Ela é a minha candidata, porque ela diz o que ninguém quer dizer”. “Ele e Ela são minhas escolhas por fazerem a diferença.”

São escolhas. Escolhas que temos que tomar, temos o direito de tomar e de expressar, público e secretamente. Nos momentos seguintes ao meu voto, olhei para o chão e vi aqueles “santinhos”, estampando caras desconhecidas. No fim das contas, é assim que votamos: Em desconhecidos. Conhecemos o que deles é público, o que não é, saberemos ou não depois. Pois bem, fiz a escolha naquele que detém a proposta, a postura que mais me convenceu. No fim, das contas é assim que escolhemos, depois de julgarmos tudo. 

Querendo ou não aceitar, votamos na palavra, votamos em um discurso. A certeza do que será feito, caberá vermos através dos próximos quatro anos. Como é importante essa coisa obrigatória que é votar né? Tão inútil para alguns manifestantes que vão as ruas para se divertir, brincar de fazer mudança.



A Urna é algo que precisamos encarar. A Urna é uma amiga que precisamos encontrar de tempos e tempos para dizer a nossa opinião. A Urna é uma aliada nossa, onde podemos nos arriscar em dizer: - Esse é o meu voto. E eu aceito as consequências dele. Esta é a minha opinião.

Por Jônatas Amaral

[PROMOÇÃO] #SemanaALenda


Olá pessoal,
Como vocês estão?

Durante toda esta semana conhecemos mais sobre o primeiro livro da série "A Grande Aventura, escrita por Luiz Amato - "A Lenda".
Através de entrevista, sinopses, curiosidades, gostou e quer conhecer esta obra? Esta é a sua chance de levar um exemplar para casa, junto com outros mimos.
Para finalizar esta semana, está lançada uma promoção que dará a dois sortudos um super-kit. Não fique de fora!

Confira mais sobre o livro



a Rafflecopter giveaway


Regularmento


-É necessário possuir endereço de entrega em territória brasileiro

- A promoção começa no dia 03/10/2014 e termina no dia 24/10/2014.

- Enviaremos um e-mail para o vencedor e o mesmo terá três dias para respondê-lo, caso não responda, realizaremos novo sorteio.

- O envio dos brindes será feito pelo blog Every Little Book assim que o ganhador entrar em contato, no prazo de até 45 dias.


Boa Sorte!
Por Jônatas Amaral

#SemanaALenda - Uma Entrevista com Luiz Amato, confira:



Olá pessoal,

A Semana está quase no final. 
Continuando na #SemanaALenda hoje, trazemos uma entrevista com o autor do livro "A lenda", onde conheceremos mais sobre seu trabalho, sua ideias e muito mais.
Let's go!


A Grande Aventura é uma trilogia e, como todo bom suspense, A Lenda deixou algumas questões em aberto. Podemos esperar que estas perguntas sejam respondidas no volume dois, A Jornada?


LA: Sim, todas as tramas terão suas resoluções mostradas no decorrer da história e claro, como todo bom suspense, muitas delas no livro final o volume 3, que tem um nome bem significativo, A Revelação.

A Lenda mistura aventura, ficção científica, história, suspense, e um toque de mistério. Quais foram as suas inspirações para criar esta história (autores, livros, filmes, jogos)?

LA: Desde pequeno eu sempre gostei desses gêneros. Quando essa história foi concebida, eu lembrei de Flash Gordon, Indiana Jones, Jonny Quest. Viagem ao Centro da Terra, Lost, Dan Brown, George R. R. Martin, um antigo jogo de vídeo game chamado As Chaves de Salomão, entre tantos outros.

Há muitas construções elaboradas em A Lenda, como as sequências numéricas, criptogramas, códigos e afins. Quanto tempo levou para elaborar todos estes detalhes e enquadrá-los na história? Você teve ajuda para isto?

LA: Tudo o que se refere a enigmas, foram feitos no decorrer da história. A minha forma de escrever é contínua. Todos foram enquadrados dentro da história, sequencialmente. Muitas vezes voltei para revisar ou certificar que não poderia ocorrer erros futuros, isso demandou algum tempo a mais, porém nada significativo. Não houve nenhuma ajuda.

Fale um pouco sobre o volume dois, A Jornada, e o que o leitor pode esperar deste livro.

LA: A Jornada é uma leitura um pouco mais light que A Lenda. Fiz questão de privilegiar o lado humano e suas aventuras. Mostrar em profundidade os protagonistas, dando mais vida aos personagens. Envolvê-los em situações inusitadas, como Bruce num bordel na Indochina, ou Arthur e Oliver nas selvas da África Central. A Jornada é o complemento humano e aventureiro de A Lenda. São um caminho para levá-los, sem volta, ao volume 3, A Revelação.

A Lenda é o seu primeiro livro? Conta pra gente sobre suas outras obras.

LA: Sim, A Lenda é minha obra de estreia. Já escrevi também crônicas para jornais. Na segunda semana de setembro, publiquei um livro de contos, de nome Lua Cheia.

Como é sua rotina de escrita? Você tem uma hora certa para escrever? Ou quando a inspiração vem você sai correndo atrás de um papel e escreve?

LA: Não tenho uma rotina, mas escrevo mais à tarde. Ás vezes, durante o processo da escrita, some a inspiração. Nesses períodos, costumo parar o livro, e escrever pequenos contos. Esse desvio proporciona um retorno com mais “fôlego” para o livro.

Há mais algum escritor(a) na sua família? Quem (ou o quê) te influenciou a seguir esta carreira?

LA: Não, por enquanto nenhum mais. Sempre li muito, desde pequeno, começando pelos gibis (Tarzan – Mandrake – Pato Donald – Superman – etc). Daí é um pulo para os livros. Não posso dizer com certeza as razões que me levaram a escrever. Acho que a maioria das pessoas dizem “Um dia vou escrever um livro”. Posso dizer que na época escolar, gostava muito quando tinha que escrever redações.

Quais são seus autores e livros favoritos?

LA: Bem, se eu for enumerar todos aqui, será uma lista muito longa, então vou usar o seguinte critério: Os favoritos da lista de favoritos:

James Clavel – Shõgun (no Brasil Xógum) – Tai-Pan – Casa Nobre
Jack Higgins – A Águia Pousou – A Águia Voo
José Mauro de Vasconcelos – Doidão – Rosinha Minha Canoa
René Barjavel – A Noite dos Tempos
Sven Hassel – Morte nas Estepes – O Batalhão Maldito
James A. Michener – Havai – Baía de Chesapeake – A Saga do Colorado
Jô Soares – O Xangô de Baker Street
Leon Uris – Grito de Guerra
Machado de Assis – Quincas Borba – (também a grande maioria dos contos)

Você decidiu auto-publicar o seu livro, através da Amazon, utilizando uma gráfica americana que imprime o livro por demanda. O que te levou a tomar esta decisão? Você acha que um autor é capaz de fazer sucesso e vender bem os seus livros mesmo sem o auxílio de uma editora?

LA: A facilidade para a publicação. Você apanha um pouco no começo da utilização da ferramenta para auto-publicação no Amazon, mas depois que pega o jeito, é fácil. Também a condição de não ter meus direitos editorias preso. Você pode a qualquer momento retirar seus livros da venda no Amazon, cancelando o vínculo. Quanto a um autor fazer sucesso, sem uma editora junto, acho muito difícil. Vejo 4 pontos básicos para o sucesso de um autor. Tentarei explicá-los sobre o meu ponto de vista:

A1 – Qualidade do Texto: A história tem que ser interessante. Significativa. Cativar o leitor. Conduzi-lo em uma viagem. Como eu já vi várias vezes escrito; “Trazer o leitor para dentro do livro”. Nesta questão gostaria de colocar um comentário: Algumas (não é generalizado) de nossas editoras e agentes, trabalham num formato que chamo de “pleno comercial”. Deixam a qualidade de uma história em segundo plano, olhando apenas para o apelo comercial da mesma. Algo parecido com o processo que ocorre em algumas gravadoras de CD´s.

A2 – Publicação: Um livro tem que ser bem escrito. A língua pátria tem que ser mostrada de uma forma exuberante. Para isso nada melhor do que um bom revisor e leitura crítica. Uma linda capa, boa editoração, impressão de qualidade, complementam a apresentação (publicação) de um livro.

A3 – Divulgação: Nada se vende, se o público não conhece. Nessa questão agradeço e muito o trabalho feito pelos blogs e grupos de literatura. O apoio por parte deles é fundamental para a divulgação de um livro.

A4 – Distribuição: Essa é a condição mais crítica. Sem distribuição (seu livro físico nas livrarias) todo o esforço acima é reduzido para uma baixa porcentagem de êxito. Por isso é necessário a presença de uma editora, que faça a distribuição do seu livro.

Você postava os seus livros no wattpad, capítulo a capítulo, de graça. O que te levou a decidir que era o momento de vendê-los? Mande esta dica para os autores do wattpad que estão na dúvida entre publicar ou não seus livros.

LA: Foi a somatória de alguns fatores: A boa quantidade de pageviews que o livro atingiu no wattpad. Os comentários dos leitores, sempre favoráveis. O aumento do número de seguidores. Um dos capítulos atingir em um dia e meio mais de 1.000 entradas. Esses indicadores do wattpad, mais o trabalho de divulgação da obra/autor, na mídia (face/twitter/etc) com boa aceitação pelo público, foram mandatórios na decisão de publicar, em formato impresso, A Lenda. A partir dele, A Jornada e os demais publicados, foram uma atitude lógica.


Por Jônatas Amaral
Créditos: Blog Every Little Books